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Câmara Municipal de Arcos de Valdevez

Vandalismo continua 'à solta' no concelho de Arcos de Valdevez

24 Setembro 2008
Município de Arcos de Valdevez

Continuam a grassar os actos gratuitos de vandalismo, que vão varrendo um pouco por todo o lado o concelho de Arcos de Valdevez.

Nada escapa às atitudes persistentes e irresponsáveis de alguns: Floreiras destruídas; arvores de pequeno porte partidas ou arrancadas; placas de regulamentação de trânsito dobradas ou baleadas; moloques e contentores de resíduos sólidos incendiados, murais de mau gosto, pintados em locais privados, públicos e sagrados; candeeiros e projectores da iluminação pública destruídos, aspersores de rega, etc.

Para se ter uma ideia aproximada da dimensão do problema, dá-se como exemplo o facto de no Jardim dos Centenários, situado na belíssima zona histórica da vila, entre as Igrejas do Espírito Santo e Matriz, terem sido destruídos à pedrada, 21 focos de iluminação e embelezamento do local, restando apenas 8 focos operacionais Vandalismoe não se sabe até quando.

Instado a pronunciar-se sobre o tema que aflige as boas gentes de Arcos de Valdevez, Francisco Araújo considerou que: "A educação é muito importante para o bom desenvolvimento de qualquer sociedade.

Nós temos a noção, temos consciência de que muito daquilo que acontece deriva da falta de educação das pessoas.

O sentido cívico é muito importante, e nós não temos o hábito de condenar, de reprovar, de repreender e chamar à atenção aqueles que prevaricam, destruindo assim espaços públicos, num conceito de impunidade.

É importante aumentar a vigilância, mas sabemos que não é possível ter um polícia em cada rua, no entanto, é fundamental aumentar a Vandalismovigilância, aumentar ao patrulhamento que a GNR faz, e que, todos sabemos ser feita de forma deficitária.

Pelas informações que vou recolhendo, o que é prioritário Vandalismona acção da GNR são outras questões, o que deixa estas áreas um pouco desprotegidas e a descoberto".

No entender de Francisco Araújo, a questão cívica é a essencial, "toda a gente sabe que não é possível deitar lixos industriais, lixos que não sejam domésticos junto dos contentores, no entanto, todos nós vemos, que com o maior das à vontades, algumas pessoas colocam colchões, mobílias, frigoríficos, etc., o que se pode considerar uma atitude amplamente reprovável, pois toda a gente sabe que existe um local para recolha deste tipo de lixos".

Francisco Araújo abordou ainda a falta de civismo na preservação de espaços públicos, "locais que devemos respeitar e preservar, pois são no fundo espaços de vida, e entrada natural para as nossas casas".

Apelou por fim ao exemplo que os mais velhos devem dar, porque esses exemplos reflectem-se inevitavelmente nos mais novos.

Considerou por fim, que "a fiscalização é muito importante, e a existência de autoridade também, mas se não houver educação, civismo por parte de algumas pessoas, a situação tornar-se-á muito difícil".

Conteúdo atualizado em19 de maio de 2025às 13:00
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