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Prevenção de Riscos

O que fazer?

  • Nevões

    Os nevões podem definir-se como precipitação sob a forma de neve, em volume significativo, de modo a permitir a sua acumulação e permanência na superfície terrestre durantes vários dias. Os nevões, por efeito de compactação podem facilmente originar a formação de gelo.

    As suas consequências, relativamente aos riscos associados, tem efeitos significativos ao nível da circulação rodoviária, atividade aeroportuária, isolamento de populações e nas atividades agrícolas e pecuárias.

    Medidas de autoproteção:

    Medidas a adotar face a frio intenso

    Fonte: ANPC
  • Vagas de Frio

    Uma vaga de frio, produzida por uma massa de ar frio, ocorre quando num intervalo de pelo menos seis dias consecutivos a temperatura mínima diária é inferior em 5ºC ao valor médio diário no período de referência (IPMA, 2013), que corresponde aos dados das normais climatológicas de 1971-2000.

    Durante estes fenómenos ocorrem reduções significativas, por vezes repentinas, das temperaturas diárias, descendo os valores mínimos abaixo dos 0ºC no inverno. Estas situações estão geralmente associadas a ventos moderados ou fortes, que ampliam os efeitos do frio.

    Para além dos impactos nas populações, surgem também potenciais danos no setor da agricultura e dos transportes, prejudicando a circulação de pessoas e mercadorias e aumentando os gastos energéticos, devido fundamentalmente a utilização de forma intensiva de sistemas de aquecimento.

    Medidas de autoproteção:

    Medidas a adotar face a frio intenso

    Fonte: ANPC

    Para a consulta de mais informação relacionada com a temática das Vagas de frio sugere-se o acesso ao site da Direção-Geral da Saúde (http://www.dgs.pt), bem como do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (http://www.meteo.pt).

  • Ondas de Calor

    Uma onda de calor corresponde a um período de tempo de pelo menos 6 dias consecutivos em que a temperatura máxima diária e superior em 5°C ao valor médio das temperaturas máximas do período de referencia (OMM - Organização Meteorológica Mundial).

    As ondas de calor podem causar efeitos adversos na saúde: as mais intensas e com maior duração podem ser responsáveis por uma mortalidade acentuada nos grupos de risco mais elevados.

    Medidas de autoproteção:

    Em dias de muito calor

    • Ingira água ou outros líquidos não açucarados com regularidade, mesmo que não sinta sede. Pessoas que sofram de epilepsia, doenças cardíacas, renais ou de fígado ou que tenham problemas de retenção de líquidos devem consultar um médico antes de aumentarem o consumo de líquidos;
    • Se tem idosos em casa incentive-os a beber pelo menos mais um litro de água por dia para além da que bebem normalmente. Eles vão rejeitar mas deve insistir;
      Procure manter-se dentro de casa ou em locais frescos;
      Em casa, durante o dia, abra as janelas e mantenha as persianas fechadas, de modo a permitir a circulação de ar;
      Durante a noite, abra bem as janelas para que o ar circule e a casa arrefeça;
    • Evite sair à rua nas horas de maior calor, mas se tiver de o fazer, proteja-se usando um chapéu ou um lenço;
      Vista roupas leves de algodão e de cores claras. As cores escuras absorvem maior quantidade de calor;
      Evite usar vestuário com fibras sintéticas ou lã. Provocam transpiração, podendo levar à desidratação;
      Evite fazer exercício físico ou outras actividades que exijam muito esforço;
    • Evite estar de pé durante muito tempo, especialmente em filas e ao sol;
    • Se tiver oportunidade, desloque-se nas horas de maior calor para locais com ar condicionado;
    • Um pequeno duche de água tépida arrefece o seu corpo rapidamente aumentando o seu conforto. Se o seu corpo estiver muito quente não deve tomar banho com água muito fria;

    Quando Viajar:

    • Viaje de preferência a horas de menos calor ou à noite;
      Quando viajar de automóvel faça-o por períodos curtos. Se tiver que fazer grandes viagens leve consigo água ou outros líquidos não alcoólicos e não açucarados em quantidades suficientes;
    • Proteja os passageiros da exposição ao sol, cobrindo as janelas com telas apropriadas, que não dificultem ou prejudiquem a condução;
    • Nunca viaje com as janelas totalmente fechadas a não ser que tenha ar condicionado no seu carro;
      Se viajar com crianças mantenha-as o mais arejadas possível, vestindo-lhes o mínimo de roupa e dando-lhes frequentemente água a beber:
    • Se viajar com bebés tenha em atenção que o leite é a sua refeição normal e que no intervalo entre as mamadas devem beber bastante água;
    • Tenha atenção aos idosos que viajam consigo. Não devem vestir de negro nem roupas de fibra sintética e devem também beber um suplemento de água;
    • Coma poucas quantidades de cada vez e várias vezes ao dia;
      As refeições devem ser ligeiras, sopas frias ou tépidas, saladas, grelhados, comidas com pouca gordura e pouco condimentadas, acompanhadas de preferência com água, chá fraco ou outros líquidos não açucarados;
    • Não beba bebidas alcoólicas. Num organismo desidratado são absorvidas rapidamente podendo levar a estados de embriaguez com maior facilidade.

     Na praia:

    • Vá à praia apenas nas primeiras horas da manhã (até às 11 horas) ou ao fim da tarde (depois das 17 horas). Mantenha-se à sombra, use chapéu, óculos escuros e cremes de protecção solar. Uma exposição ao sol prolongada leva a queimaduras de pele que só por si aumentam a perda de líquidos.


    Não se esqueça que os bebés e os idosos são especialmente sensíveis às ondas de calor.

    Para a consulta de mais informação relacionada com a temática das Ondas de Calor sugere-se o acesso ao site da Direcção-Geral de Saúde (http://www.dgs.pt ), bem como do Instituto de Meteorologia (http://www.meteo.pt).

    Fonte: ANPC

     

  • Cheias e Inundações

    As inundações são um fenómeno hidrológico extremo, de frequência variável, natural ou induzido pela ação humana, que consiste na submersão de terrenos usualmente emersos. As inundações englobam as cheias (transbordo de um curso de água relativamente ao seu leito ordinário, que podem ser rápidas ou lentas), a subida da toalha freática acima da superfície topográfica e as devidas à sobrecarga dos sistemas de drenagem artificiais dos aglomerados urbanos.

    As inundações são devidas a precipitações abundantes ao longo de vários dias ou semanas (cheias lentas e subida da toalha freática) e a precipitações intensas durante várias horas ou minutos (cheias rápidas e sobrecarga dos sistemas de drenagem artificiais).

    O risco de inundação define a combinação da probabilidade da ocorrência de inundações e das suas potenciais consequências prejudiciais para a saúde humana, o ambiente, o património cultural e as atividades económicas.

    Medidas de autoproteção:

    Medidas a adotar face fenómenos de cheias e inundações

    Inundações sabes o que fazer (púlbico Infantil)

    Fonte:ANPC
  • Risco de Movimentos de Massa em Vertentes

    Os fenómenos de instabilidade geomorfológica constituem uma das principais ameaças associadas a fenómenos extremos de precipitação e/ou atividade sísmica.

    Os movimentos de massa designam um conjunto de fenómenos de rutura e movimento de grandes quantidades de rocha ou de terras, ocorrendo ao longo de um talude ou vertente podendo ter origem em diversas causas.

    Em Portugal, os movimentos de massa em vertentes são frequentemente responsáveis por perdas económicas significativas (e.g., bens e vias de comunicação) mas apenas provocam vítimas humanas em situações extremas.

    Medidas de prevenção:
    •  Remoção ou contenção de materiais geológicos que possam constituir perigo;
    • Evitar o aumento de carga em vertentes com declive elevado;
    • Evitar fazer aterros em vertentes com declive elevado;
    • Inspecionar o edifício de habitação e o espaço exterior à procura de fendas ou de revestimentos soltos, nomeadamente junto aos pilares e à volta das janelas;
    • Ter atenção que cheias, inundações, tempestades, sismos ou incêndios florestais, podem originar movimentos de massa;
    • Deve estar atento aos avisos de elevada precipitação, de tempestades e ventos fortes;
    • Alertar imediatamente os serviços de proteção civil se verificar alguma alteração na forma das encostas e taludes;
    • Dentro de casa, ter atenção ao aparecimento de fendas nas paredes ou pavimentos, bem como ruídos de paredes a estalar ou vidros a partir;
    • Em zonas íngremes deve estar atento a ruídos exteriores como rochas a rolar.
  • Incêndios Florestais

    Os incêndios florestais são das catástrofes naturais mais graves em Portugal, não só pela elevada frequência com que ocorrem e extensão que alcançam, como pelos efeitos destrutivos que causam. Para além dos prejuízos económicos e ambientais, podem constituir uma fonte de perigo para as populações e bens.

    A propagação de um incêndio depende das condições meteorológicas (direção e intensidade do vento, humidade relativa do ar, temperatura), do grau de secura e do tipo do coberto vegetal, orografia do terreno, acessibilidades ao local do incêndio, tempo de intervenção (tempo entre o alerta e a primeira intervenção no ataque ao fogo, vulgarmente designada como ataque inicial), etc.

    Um incêndio pode propagar-se pela superfície do terreno, pelas copas das árvores e através da manta morta. Os incêndios de grandes proporções são normalmente avistados a vários quilómetros, devido aos seus fumos negros e densos.

    Medidas de autoproteção:

    Pessoas e Bens

    Antes

    • Aprenda e ensine as práticas de segurança contra incêndios;
    • Tenha sempre um meio para extinguir de imediato e completamente o início dum incêndio (exemplo: extintor, mangueiras, enxada, pás, etc);
    • Utilize materiais resistentes ao fogo na construção ou renovação das suas habitações;
    • Plante árvores que possam contribuir para a contenção mais fácil da linha de um incêndio;  
    • Crie uma zona de segurança, nunca inferior a 50 metros, entre a sua habitação e os materiais combustíveis;
    • Sempre que possível, deverá ser criada uma faixa pavimentada de 1 a 2 m de largura, circundando todo o edifício;
    • Armazene materiais combustíveis em zonas seguras e fora da sua habitação;
    • Tenha em atenção a localização das linhas elétricas em relação às copas das árvores;
    • Não se esqueça que as copas das árvores e dos arbustos deverão estar distanciadas no mínimo 5 metros da edificação e nunca se poderão projectar sobre o seu telhado;
    • Elabore planos de evacuação da sua casa pedindo a colaboração dos vizinhos;  
    • Planeie a utilização de estradas alternativas para fugir das zonas de perigo.

    Tenha o seguinte equipamento de reserva:

    • Rádio e lanterna a pilhas, com pilhas de reserva;
    • Caixa de primeiros socorros;
    • Comida e bebidas em embalagens de conserva;
    • Sapatos fortes e isolantes do calor (exemplo: couro);
    • Um rádio de pilha;
    • Para a eventualidade de a sua família poder ficar separada durante um incêndio (quando os adultos estão a trabalhar e as crianças na escola) elabore um plano para a reunir. Utilize um ponto de contacto entre os seus familiares e amigos. Tenha a certeza que todos sabem o seu nome, morada e telefone;
    • Não faça fogo no interior das florestas;
    • Não lance foguetes ou fogo de artifício nos espaços rurais;
    • Nunca deixe que um pequeno foco de incêndio cresça e se transforme num incêndio. Não se esqueça que no primeiro minuto qualquer fogo nascente se apaga com um copo de água mas cinco minutos depois uma tonelada de água poderá não chegar;
    • Nunca deixe crianças sozinhas em casa fechadas à chave;
    • Não deixe as crianças brincarem com fósforos ou isqueiros.

     

    Durante

    • Se for surpreendido pelo início dum incêndio florestal contate de imediato os Bombeiros, Forças de Segurança (GNR ou PSP) utilizando para o efeito o número 117;
    • Ligue o seu rádio de pilhas para obter informação atualizada sobre a situação de emergência;
    • Tome em atenção a proteção da sua habitação, no caso do incêndio se desenvolver nas proximidades;
    • Retire os cortinados inflamáveis e feche todas as persianas, ou coberturas, de janelas não combustíveis, para tentar evitar a propagação do incêndio para o interior da casa;
    • Feche todas as janelas e portas para evitar fenómenos de sucção;
    • Feche todas as válvulas do gás e regue os depósitos com água;
    • Acenda uma luz em todas as divisões para ter visibilidade em caso de presença de fumos;
    • Ponha os objetos que não sejam danificados pela água no interior de piscinas ou de tanques;
    • Remova materiais combustíveis do interior e das imediações da sua casa;
    • Molhe abundantemente as paredes e toda a zona circundante da casa;
    • As piscinas ou tanques são zonas potencialmente mais seguras;                                                                                                                                                                                      
    • Retire a sua viatura dos caminhos de acesso ao incêndio;
    • Se estiver próximo do incêndio e não correr perigo tente extingui-lo com pás, enxadas ou ramos, procurando sempre não prejudicar a acção dos bombeiros e seguir as suas instruções;
    • Se notar a presença de pessoas com comportamentos de risco, informe as autoridades;
    • Caso as autoridades aconselhem a sua evacuação, obedeça rapidamente mas com calma;
    • Caso o incêndio se aproxime da sua habitação, ou por ordem das autoridades esteja preparado para evacuar todos os membros da sua família, dando especial atenção às crianças, idosos e deficientes. Caso não seja possível por a salvo os seus animais atempadamente, solte-os, eles tratam de si próprios;
    • Não perca tempo a recolher objetos pessoais desnecessários;
    • Não volte atrás por motivo algum.

     

    Se ficar preso por um incêndio:

    • Procure não entrar em pânico;
    • Saia na direcção contrária à do vento;
    • Identifique uma zona com água na qual poderá defender-se de altas temperaturas, e afaste-se de zonas com muita vegetação;
    • Cubra a sua cabeça e a parte superior do seu corpo com roupas molhadas;
    • Respire o ar junto ao chão através duma roupa molhada a fim de evitar a inalação de fumos;
    • Se não existe água nas proximidades, procure um abrigo numa área aberta ou num afloramento de rochas.
    • Mantenha-se deitado e SE POSSÍVEL cubra-se com a terra do próprio solo;
    • Em caso de queimadura passe-a por água fria. Nunca use gorduras;
    • Caso não consiga sair sozinho, aguarde a chegada das autoridades.

     

    Depois

    • Tome cuidado quando regressar a uma área recentemente ardida, podem haver reacendimentos. Verifique se existem zonas em combustão na sua casa ou à sua volta e extinga-os, caso existam;
    • Se a sua casa for evacuada, regresse só quando as autoridades o aconselharem;
    • Assegure-se que a sua casa não está em risco de ruir. Tenha cuidado com os fios eléctricos expostos e outros perigos;
    • Impeça as crianças de brincarem no local do incêndio a seguir à sua extinção. Lembre-se que há o perigo de reacendimento;
    • Se as autoridades competentes solicitarem a sua ajuda nas operações de rescaldo e vigilância, COLABORE!

     

    Incêndios Florestais - Autoproteção

    Incêndios Florestais - Prevenção

    Incêndios Florestais - Prevenção (Público Infantil)

     

     

     

    Fonte:ANPC

     

    Para a consulta de mais informação relacionada com a temática dos Incêndios Florestais sugere-se o acesso ao site do Instututo da Conservação da Natureza e das Florestas (http://www.icnf.pt/portal/florestas/dfci), bem como do Instuituto Português do Mar e da Atmosfera (http://www.ipma.pt).

  • Acidentes Rodoviários

    Atualmente, os acidentes rodoviários constituem uma importante preocupação ao nível dos riscos tecnológicos. São uma importante causa de vítimas, muitas das quais mortais e cujo número se mantém elevado, apesar de inúmeras campanhas no sentido da redução da sinistralidade rodoviária.

    Medidas de Autoproteção

    Gestos que Salvam

    Acidentes no Transporte de Mercadorias Perigosas - Como Atuar

    Fonte:ANPC
  • Incêndios Urbanos

    Os incêndios urbanos são uma preocupação para as entidades de proteção civil, na medida em que podem por em risco a população que utiliza os edifícios para habitação ou outros fins. Alguns setores de áreas urbanas podem apresentar maior risco de incêndios, devido à maior concentração de edificado e também de população.

    Neste tipo de risco, devem ter-se em consideração aspetos como a época e materiais de construção, bem como o tempo de resposta a uma primeira intervenção.

    Medidas de Autoproteção:

    Incêdios em casa - Prevenção e Autoproteção

    Incêndios em casa (Público Infantil)

    Gás - Evite Acidentes em Casa

    Fonte:ANPC
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