-
Viver
-
Desenvolvimento Humano e Comunitário
-
Vez de Igualdade
- Condições Meteorológicas Adversas - PRECIPITAÇÃO, QUEDA DE NEVE E VENTO
Condições Meteorológicas Adversas - PRECIPITAÇÃO, QUEDA DE NEVE E VENTO
PASSAGEM AO ESTADO DE ALERTA ESPECIAL (EAE), DO SISTEMA INTEGRADO DE OPERAÇÕES DE SOCORRO (SIOPS), PARA O DISPOSITIVO INTEGRADO DE OPERAÇÕES DE PROTEÇÃO E SOCORRO (DIOPS), DE NÍVEL AMARELO DE DIA 26FEV16 ÀS 06H00 ATÉ DIA 28FEV16 ÀS 20H00.
Situação Meteorológica:
■ Chuva por vezes forte (podendo acumular entre 30 e 40 mm em 6 horas), passando a aguaceiros por vezes fortes (entre 10 e 20 mm/h) de granizo e acompanhados de trovoada, entre o fim da madrugada e o fim do dia de amanha sexta-feira, em especial no período entre o inicio da manha e o meio da tarde;
■ Vento muito forte do quadrante sul, rodando para noroeste a partir da tarde de sexta-feira, com rajadas ate 100 km/h nas terras altas, a partir do fim da madrugada do dia de amanha sexta-feira ate ao fim do dia de domingo;
■ Queda de neve acima de 1000/1200 metros de altitude, acumulando pelo menos 5 cm a partir do fim da madrugada de amanha sexta-feira, descendo a cota gradualmente a partir do inicio da tarde para os 400/600 metros acumulando entre 6 e 30 cm ate ao final do dia de sexta-feira. No sábado, prevê-se queda de neve em regime de aguaceiros acima de 200/400 metros de altitude, embora com menor intensidade.
Informação hidrológica relevante:
Possibilidade de inundações nas zonas historicamente vulneráveis
EFEITOS EXPECTÁVEIS
Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;
■ Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiência dos sistemas de drenagem;
■ Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
■ Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
■ Danos em estruturas montadas ou suspensas;
■ As atuais condições dos solos constituirão significativo impedimento de infiltração, o que, aliado a forte possibilidade de quedas de árvores agravara o escoamento das águas pluviais;
■ Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento forte;
■ Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes pela perda da sua
consistência;
■ Intoxicações por inalação de gases, por inadequada ventilação, em habitações onde se utilizem aquecimentos com lareiras e braseiras;
■ Incêndios em habitações, resultantes da ma utilização de lareiras e braseiras ou avarias em circuitos elétricos.
Todos estes cenários podem ser prevenidos se, atempadamente, forem tomadas medidas que anulem ou minimizem os seus efeitos.
MEDIDAS PREVENTIVAS
O eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de
comportamentos adequados, pelo que, o Serviço Municipal de Proteção Civil recomenda a tomada das seguintes medidas preventivas:
■ Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
■ Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água e gelo nas vias;
■ Transporte e colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;
■ Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
■ Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
■ Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e arvores, em virtude de vento mais forte;
■ Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forcas de Segurança.



