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- Empresa Proasolutions Portugal já se encontra prestes a terminar o levantamento de todas as barreiras arquitectónicas que afectam a mobilidade na zona urbana do concelho
Empresa Proasolutions Portugal já se encontra prestes a terminar o levantamento de todas as barreiras arquitectónicas que afectam a mobilidade na zona urbana do concelho
A área urbana do concelho, à semelhança de outros no país, apresenta uma série de barreiras físicas e arquitectónicas que limitam um acesso igual para todos.
Todos os dias existe um condicionamento do acesso de pessoas com mobilidade condicionada, a determinados serviços e actividades desenvolvidas no seio do município - nas pessoas com mobilidade condicionada integram-se, nomeadamente, pessoas portadoras de deficiência, invisuais, idosos, pessoas com mobilidade temporariamente limitada, como é o caso de grávidas e ainda pessoas com alguma invalidez temporária ou permanente.
Assim, de forma a minimizar este tipo de barreiras, o município candidatou-se ao POPH - Programa Operacional Potencial Humano, tipologia 6.5 - Acção de Investigação, sensibilização e promoção de boas práticas, com um valor elegível de 38.950,00€ e comparticipado em 71% pelo FSE - Fundo Social Europeu para efectuar a realização de um Plano Estratégico para a Mobilidade Sustentável no concelho.
A empresa Proasolutions Portugal, empresa adjudicatária do estudo, começou em Abril e acabou recentemente de fazer o levantamento da via pública, nomeadamente de várias ruas e largos da Vila, onde verificou entre outras questões, se existem obstáculos nos passeios, como por exemplo caixotes do lixo a dificultar a passagem; a sua inclinação (se for acima dos 6% já não é acessível); se existe rebaixamento nas passadeiras e pavimento sinalizador para invisuais; se a sinalização da via pública cumpre a altura mínima de forma a não prejudicar a passagem dos transeuntes; verificou também os eixos das escadas (altura e largura dos degraus e se possuem corrimão), se as zonas pedonais junto ao rio têmLevantamento da via pública protecção e se existem estacionamentos reservados para deficientes, se estão bem sinalizados e têm as infraestruturas necessárias à volta dos mesmos de forma a facilitar a saída do veículo com cadeiras de rodas.
Este Plano Estratégico, o qual prevê a criação de um Regulamento Municipal de Acessibilidades que consubstancie a promoção da acessibilidade para todos em meio urbano; o levantamento exaustivo e diagnóstico dos problemas e barreiras arquitectónicas existentes ao nível da via pública, edifícios municipais, cadeia de transportes e informação/comunicação; a definição de propostas concretas de intervenção com vista à garantia de uma «acessibilidade para todos» e a elaboração de orçamentos e plano de etapas, em função da hierarquia de prioridades estabelecida, para execução das intervenções preconizadas pelo Plano Estratégico, também já tem concluído o estudo ao nível das acessibilidades ao site da autarquia e uma parte dos edifícios públicos.
O edifício da Câmara Municipal, do Turismo, do Estádio Municipal e Escola Profissional EPRALIMA já foram alvo do estudo, estando agora previsto para Junho fazer-se o da Casa das Artes, da Rádio Valdevez, do Centro de Exposições, da EB1 Sede do Concelho, da Habitação Social de Vilafonche, do edifício da Valdelima e da pré-primária de Giela, bem como o levantamento dos transportes públicos e suas paragens.
Após a recolha de todos os aspectos a empresa tem entre 4/6 meses para apresentar à autarquia o plano geral com todas as carências e respectivas soluções que se espera venham a melhorar em muito o dia-a-dia de todos aqueles que têm a sua mobilidade reduzida.


