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- Leilão on-line para ajudar a Fátima
Leilão on-line para ajudar a Fátima
ESTE LEILÃO ONLINE, FOI CRIADO PARA AJUDAR A FÁTIMA ATRAVÉS DE VENDAS DE 23 OBRAS.
FÁTIMA SOFRE DE XERODERMIA PIGMENTOSO
http://media.rtp.pt/blogs/agoranos/artigos/fatima-sofre-de-um-xerodermia-pigmentoso_2425
SEGUE EM BAIXO O LINK ONDE É POSSÍVEL LER O PORQUÊ E COMO NASCEU ESTE LEILÃO, TODOS OS PASSOS ESTÃO AQUI PARA SEREM DO CONHECIMENTO PUBLICO.
https://www.facebook.com/events/1413152012335324/
Os artistas envolvidos que doaram obras para esta causa foram:
ANA CAMPOS
ANTÓNIO PORTO
BRUNO SOBRAL
CARLOS ANTUNES ARTE
DAVID BASTOS
DOROTEIA PINTO
ELSA GONÇALVES
FERNANDO CERQUEIRA
GUDRUN REGEL
ILDA TEIXEIRA
IVONE CAIRES
JOANA JOANA
JOÃO FERNANDES
JOSÉ MANUELSANTOS FERREIRA BARBOSA
LEONOR TRINDADE SOUSA
MARCO SANTOS
MARCOS REIS
MYKOLA SOLOVYOV
MUTES
NUNO PORTELA
PEDRO CÉSAR TELES
PINTOR ADIASMACHADO
"Eu sei que sou diferente mas ninguém é perfeito"
Fátima tem 39 anos e tem um xerodermia pigmentoso, sem qualquer possibilidade de cura. Já não tem um olho, nem o lábio superior e a cara está completamente deformada.
Matilde Ribeiro, diretora da Clinica da Pele do IPO do Porto diz que se "trata de uma doença congénita hereditária, que é muito rara e pode, por vezes, estar ligada a algum atraso mental. É uma doença que normalmente despoleta na infância/juventude e na qual existe uma predisposição genética para todos os tipos de cancro."
Fátima foi acompanhada no IPO do Porto. "Quando aqui chegou em 2009 já me trazia um olho de fora e o xerodermia num estado muito avançado." A especialista explica que "com este tipo de problema o paciente tem que vir cá mensalmente porque estão sempre a nascer tumores e temos que estar atentos para os ir extraindo. Como é óbvio são pessoas que não têm uma vida longa."
Na verdade, só no ano 2010, Fátima submeteu-se a três cirurgias. Numa tirou o olho, nas outras duas vários tumores na face. Em 2012, o caso foi dado como inoperável. "No IPO do Porto é muito raro darmos algo como inoperável mas no caso da Fátima era impossível operar o que quer que fosse. Já não havia por onde pegar, o problema já estava na cara toda porque os tumores nascem sempre. Restou-me passar-lhe uma carta para os cuidados paliativos do centro de saúde da sua zona de residência e desde aí nunca mais soube dela." A Drª Matilde frisa que o caso poderia, eventualmente, ter outro desfecho caso a paciente tivesse ido mais cedo ao IPO.
