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"Projecto de Apadrinhamento de Crianças em África” – iniciativa dos alunos do 12º E cativou todos os presentes

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09 Junho 2009

Na passada sexta-feira, a turma do 12º E do Agrupamento de Escolas de Valdevez levou a acabo, no Auditório da Casa das Artes de Arcos de Valdevez, um espectáculo com momentos diversos de performance musical e dramática, completados com um acertado apoio visual, que chamou atenção para o conceito pioneiro da jornalista Catarina Serra Lopes de apoio a crianças moçambicanas necessitadas.

Esta jornalista free lancer portuguesa depois de ver as condições de pobreza em que viviam as crianças em Moçambique, procurou em Portugal padrinhos que quisessem ter uma afilhada ou um afilhado e que pudessem contribuir com o dinheiro suficiente para a sua alimentação, educação e prestação de cuidados de saúde.

Assim, esta turma quis divulgar em Arcos de Valdevez um projecto que tem vindo a angariar cada vez mais padrinhos, e se tem revelado um verdadeiro sucesso devido ao número de crianças que tem visto as suas condições de vida melhorar significativamente graças aos 85€ enviados trimestralmente pelos seus padrinhos, e que já está de tal forma enraizado que já conta com o apoio da Embaixada de Portugal em Maputo.

Segundo os testemunhos dos padrinhos Goreti Figueiredo, Paulo Alves e Fernando Fernandes, que fizeram questão de marcar presença nesta iniciativa de forma a esclarecer melhor todos os presentes acerca do projecto, a maior parte destas crianças apadrinhadas são órfãs de pai, mãe, ou pai e mãe e vivem diariamente grandes dificuldades, por isso as ajudas entregues em Moçambique fazem toda a diferença, chegando a salvar a vida de muitas delas, que, por vezes, nem têm com que se alimentar.

Explicaram que foram questões como a educação, a saúde e a fome que fizeram com que vissem este projecto com bons olhos e não tivessem hesitado em "abraçá-lo", pois são pequenas ajudas que fazem toda a diferença.

São crianças desprotegidas, por isso, sentem-se gratificados em fazer parte desta iniciativa pioneira, muito em parte devido ao feedback das crianças que classificaram como "fantástico". Falam com eles via Internet, carta e presenciam vários momentos das suas vidas através das fotografias que lhes enviam.

Explicaram também a todos os presentes algumas das normas que se devem seguir para se conseguir apadrinhar uma criança, enfatizando o facto de que uma vez apadrinhada, o padrinho tem de se comprometer que nunca a deixará de apoiar.

Em termos de futuro esperam que existam cada vez mais apadrinhamentos de crianças de forma a dar às crianças moçambicanas um bocadinho daquilo que as nossas têm oportunidade de ter devido às várias instituições existentes no país para o efeito.

A iniciativa foi um êxito, por isso, foi com grande satisfação e sorrisos nos lábios os alunos agradeceram a todos aqueles que participaram na sua organização, nomeadamente à Drª Catarina Serra Lopes, à Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, ao presidente do Agrupamento de Escolas de Valdevez, ao técnico responsável pela Casa das Artes arcuense, Nuno Soares, aos padrinhos, ao bailarino Carlos Silva, ao professor José Barros e à coordenadora do projecto, Glória Lorga.

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Município de Arcos de Valdevez
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