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Arcos de Valdevez com Museu da Água ao Ar Livre único no país

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03 Junho 2019

 

Símbolo do Museu é o melro d’água, um bioindicador da qualidade do ecossistema fluvial

A Câmara Municipal procedeu no passado sábado, dia 1 de junho, à abertura oficial do Museu da Água ao Ar livre do Rio Vez, o qual tem no edifício Fluvivez o seu ponto de Informação e acolhimento ao visitante.

Para o Presidente da Câmara Municipal este foi um momento de grande importância para o concelho que vê a sua fauna, flora e património cada vez mais valorizados. “Este Museu é único no país e reforça, renova e amplia o papel de Arcos de Valdevez como porta da mais importante Reserva da Biosfera, declarada pela Unesco, existente no noroeste peninsular – o Parque Nacional Peneda-Gerês /Parque Transfronteiriço Gerês/Xurés”, referiu João Esteves.

Com a sua criação “pretendeu-se preservar o mais possível as condições naturais do território e as marcas da atividade humana que, durante séculos, soube, de uma forma equilibrada, tirar partido da água e dos ecossistemas que lhe estão associados, transformando este vasto património em pilar do desenvolvimento socioeconómico do concelho”.

“No fundo a Autarquia está a valorizar e enfatizar aquilo que estava ao nosso redor através da recuperação dos açudes, levadas e moinhos, bem como a colocar sinalética e informação sobre os ecossistemas”, atestou.

Pedro Gomes, professor da Universidade do Minho e responsável da equipa técnica que concebeu o edifício de receção do Museu da Água, afirmou que este “contribui para um melhor conhecimento de um dos poucos rios selvagens em Portugal que se apresenta em boas condições ambientais” e deu ainda um conselho a quem tem por hábito fazer a ecovia “não se preocupem tanto em fazer quilómetros mas sim em apreciar a beleza natural e riqueza do percurso”.

A primeira fase do Museu da Água ao ar livre centra-se no troço do rio Vez, situado entre a foz do rio Vez, na freguesia de Souto, e a freguesia de Vilela, e pretende promover o património ambiental (flora e fauna), arquitetónico e etnográfico associado ao Rio Vez e seus afluentes.

Além da sinalização do património construído nas margens, o museu inclui, ao longo do trajeto, painéis informativos sobre a fauna, flora e ecologia do ecossistema ribeirinho, bem como do seu património construído e da sua história.

Foram intervencionados açudes ao abrigo do projeto museológico, recuperando uma das suas funcionalidades, ou seja, diminuir a energia da corrente do rio, minimizando deste modo o poder erosivo sobre as suas margens.

Disponibiliza observatórios para conhecer ‘in loco’ a fauna que habita neste ecossistema ribeirinho.

Dotado de um equipamento multimédia, o Fluvivez – Centro de Informação e acolhimento tem como missão dar a conhecer aos visitantes a história do rio e desafia-los a conhecer, no terreno, o seu património. O museu completa-se com dois postos, em Sabadim e Santar, para apoiar atividades de educação ambiental.

Com a criação do museu, o município pretende potenciar o aumento do número de visitantes, dinamizando a hotelaria, a restauração, as empresas de prestação de serviços ligadas ao ambiente e ao comércio.

A Operação “NORTE-04-2114-FEDER-000382 - Museu da Água ao Ar Livre do Rio Vez”, é cofinanciada pelo FEDER, Programa Operacional NORTE2020, Portugal2020, Eixo Prioritário 4 - Qualidade Ambiental e conta com um Investimento Elegível de 345.071,33 € e Comparticipação Comunitária de 293.310,63 €.

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