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Albertina Fernandes apresentou o seu mais recente livro, Rimalândia, na Casa das Artes concelhia

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12 Outubro 2010

Na passada sexta-feira, 8 de Outubro, a autora arcuense Albertina Fernandes apresentou, na Casa das Artes concelhia, o seu mais recente livro, Rimalândia. Um livro para crianças, escrito em conjunto com Phillipe keil e ilustrado pelos seus netos, dedicado a Terras do Alto Minho por ter histórias e rimas desse universo.

Nuno Soares, director da Casa das Artes, perante uma plateia bastante composta por amigos e familiares da autora, fez as honras da casa ao abrir a sessão. Frisou a importância que o município arcuense dá aos artistas da terra, tentando sempre apoiá-los dentro das suas possibilidades e avançou que em relação a Rimalândia não foi diferente, já que a autarquia comprou vários exemplares para distribuir pelas Escolas do Agrupamento de Valdevez e tem ainda em mente um projecto a desenvolver com a autora e o seu filho Miguel Fernandes, músico, nomeadamente a edição de um livro infantil acompanhado de um CD musical.

De seguida, a apresentação da obra ficou a cargo de Helena Osório, representante da Editora, Animedições, Editora de Arte e Literatura, que realçou que Rimalândia se trata de um livro que remete para o séc. XIX, bem como para o convívio com os avós e os netos, e é um exemplo para todos os familiares de que, realmente é importante falarem com as crianças porque, "há coisas que aprendemos com a família, que nos acompanham e são interessantes, e, se não falarmos com os mais velhos não as aprendemos".

"Rimalândia serve, de igual modo, para mostrar às editoras que não só os grandes artistas são artistas, as crianças com os seus traços livres também o são", afirmou, também, referindo-se à particularidade das ilustrações terem sido feitas pelos netos de Albertina Fernandes.

Já considerando a publicação um "desafio e uma aventura", pela incógnita de como será aceite pelo mercado, disse que este é o caminho a seguir, pois na sua opinião as "editoras têm de fazer coisas diferentes e de ter outro olhar".

Amante da leitura, Albertina Fernandes dedicou a sua obra a todos os avós que incentivam os netos a ler, pois segundo a mesma, "não se nasce leitor, daí que os pais e os avós devam suscitar essa capacidade nas crianças".

Nesta obra, a autora tentou sempre que a criança fosse a protagonista das histórias do livro, daí afirmar que acredita que ele "irá atrair a atenção dos mais pequenos e dos seus pais". "Cativar crianças é uma Arte e eu tenho tentado escrever algo que cative os meus leitores, o que é difícil, pois eles ou aderem ou rejeitam", disse.

Albertina proferiu ainda palavras de estímulo aos seus netos, os responsáveis pela existência de Rimalândia, enaltecendo de especial forma o papel de Phillipe. O neto que um dia quer vir a ser escritor e a incentivou a materializarem as suas ideias em papel.

Nesta apresentação ainda houve espaço para as declamações de pequenos trechos do livro pelos seus netos, acompanhados à viola pelo seu filho Miguel Fernandes, e para um momento teatral protagonizado pelo artista arcuense, Zé Mokuna e pela irmã da autora, Margarida Dias.

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