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Som dos Gaiteiros de Lisboa encheu auditório da Casa das Artes arcuense

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31 Março 2010

Num concerto inserido no Sons de Vez! 8ª Mostra de Música Moderna de Arcos de Valdevez, subiram ao palco da Casa das Artes arcuense, no passado sábado, dia 27 de Março, os Gaiteiros de Lisboa. Este grupo, formado em 1991, é, actualmente, composto por Carlos Guerreiro, José Manuel David, Paulo Marinho, Pedro Casaes, Rui Vaz, Pedro Calado e José Martins. Músicos que têm feito o seu percurso em torno da música popular/tradicional e se destacam pela constante busca de novas sonoridades, a inovação e a criatividade, aplicadas à construção de instrumentos, concebidos pelo próprio Grupo, como os Tubarões, o Tambor de Cordas, os Túbaros de Orpheu, Orgaz, Cabeçadecompressorofone, Clarinete acabaçado e a Serafina.

Segundo Carlos Guerreiro, "Tudo o que tenha um som invulgar nos interessa. Esse desafio acústico é o único purismo a que nos mantemos fiéis". Daí que no mundo da música se afirme que "o som dos Gaiteiros, para além de respeitar a tradição popular, tem uma atitude experimentalista permanente".

A escolha do nome, segundo a banda, foi escolhido porque "em bom português "gaita" tem um bom punhado de significados diferentes (...) e as nossas "gaitas" são tudo aquilo em que pegamos à procura do SOM, reinventando sanfonas, buscando harmonias até aqui desconhecidas nas nossas gargantas, retesando peles, procurando percutir o que outros pisam, desafinando gaitas de foles, mas afinando tubos de electricidade".

Com um percurso já bastante extenso no campo musical, Os Gaiteiros de Lisboa contam no currículo com participações em projectos musicais de outros grupos e autores reconhecidos no âmbito da Música Tradicional, do Rock, do Jazz, da Música Clássica e da Música Antiga, tais como José Afonso, Sérgio Godinho, Vitorino, Amélia Muge, Rui Veloso, Sétima Legião ou Adufe.

Donos de um registo totalmente diferente daquele a que o Sons de Vez tem habituado os seus ouvintes, eles fizeram furor por terras arcuenses, tendo o público adorado a actuação. Mais uma prova de que a música popular/tradicional continua a ter "pernas para andar" e a "dar cartas" em território nacional.

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