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“II Congresso Internacional Casa Nobre: Um Património para o Futuro” superou as expectativas

“II Congresso Internacional Casa Nobre: Um Património para o Futuro” superou as expectativas
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18 Novembro 2008

Nos dias 14 e 15 de Novembro decorreu, na Casa das Artes de Arcos de Valdevez, a 2ª edição do "Congresso Internacional Casa Nobre: Um Património para o Futuro". Mantendo as mesmas quatro temáticas do realizado em 2005 - "Memória Histórica: História da Família, Genealogia, Documentação Familiar e Heráldica"; "Políticas Culturais e Defesa do Património: Legislação e Convenções Internacionais, Centros Históricos"; "Arquitectura, Conservação e Restauro: Construções, Jardins e Património Artístico" e "Turismo e Desenvolvimento Regional: Recursos Turísticos, Produtos Congressoe Destinos Turísticos, Estratégias Empresariais" - o encontro destacou-se por ter tido uma maior adesão, com mais de 130 participantes inscritos, 42 comunicantes, fora a participação de diversos professores e alunos integrados nas escolas municipais. Na edição deste ano destacou-se a presença de um número acrescido de oradores internacionais, como foi o caso de Eduardo Pardo de Guevara, do Instituto dos Estudios Galegos Padre Sarmiento (Santiago de Compostela), Steven Parissien, da The CongressoPrince's Foundation for the Built Environment (Londres), e André Argollo Ferrão, da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitectura e Urbanismo da Unicamp (São Paulo).

O Congresso, que começa no passado, passa no presente e foca o futuro, contou, de igual modo, com a presença de oradores como Elísio Summavielle, director do IGESPAR - Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, que deixou Congressobem patente que o país deve olhar para o Património como sendo o desenvolvimento socio-económico do futuro e enalteceu o facto de Arcos de Valdevez ser um bom exemplo relativamente ao investimento que a autarquia tem feito nesta área específica, e D. Duarte Pio de Bragança, que lançou a proposta a todos os directamente interessados e cujos objectivos são comuns, de criarem uma entidade para apoiar, de forma mais presente, as Casas de cariz histórico.

Francisco Araújo, presidente da autarquia, apoia totalmente a realização desta iniciativa, pois ao longo dos anos, tem apostado na aquisição do património existente no concelho e na sua recuperação. Questão que, na sua opinião, é elemento fundamental no desenvolvimento dos municípios. Desta feita, manifestou o interesse de se continuar a dizer sim à realização deste projecto, já que tem a noção de que a cultura é "argamassa essencial do desenvolvimento de Congressouma comunidade e questão importante para se conseguir estabelecer as dinâmicas de um território". E, por isso, "cabe-nos a nós ser agentes de valorização do património existente". É de realçar a notória satisfação do autarca relativamente à prontidão com que as Actas do primeiro congresso ficaram prontas - elementos referidos por si como sendo uma mais-valia para estudos futuros - e a disponibilidade para continuar a apoiar as publicações de mais volumes do Projecto das Casas Armoriadas de Arcos de Valdevez - projecto que já conta com 20 anos de existência e cujos elementos têm estado directamente envolvido na organização destes encontros.

O Congresso, que contou com investimento financeiro integral do município e apoio logístico pontual do BPI - Banco Português do Investimento, não poderia ter terminado da melhor forma, já que palestrantes, comunicantes, membros da organização e participantes se juntaram, em excelente convívio, no Paço da Glória, em Arcos de Valdevez, para o jantar de encerramento do evento.

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